Carteira Profissional

A nova carteira contempla a grandeza da tecnologia brasileira

Segurança


Microchip PKI

Microchip PKI com nível máximo de proteção (A3), o chip criptográfico possibilita a autenticação digital das atividades profissionais. Para isso, o profissional deverá cadastrar-se junto a uma Autoridade Certificadora (AC) capaz de inserir o certificado digital padrão ICP-Brasil.

QR Code

O código de barras bidimensional permite a confirmação do cadastro profissional com direcionamento ao portal do Confea.


Carteira de Identidade Profissional - Elementos de segurança

Carteira de Identidade Profissional - Elementos de segurança

Certificação Digital


A nova carteira profissional do Sistema Confea/Crea e Mútua possui um microchip PKI, que é também um smart card, cartão inteligente. O microchip permite a certificação digital para documentos assinados online.

Existem dois tipos de certificado, o A1 e o A3. O primeiro, A1, trata-se de um certificado onde o par de chaves de segurança é gerado no computador do usuário. A chave pública é enviada à unidade certificadora e a chave privada fica no computador, protegida por uma senha de quatro dígitos, denominada PIN. Caso a senha seja digitada errado três vezes, ela será bloqueada, mas poderá ser restaurada com a senha PUK. Se a senha PUK for digitada errada 03 vezes, o certificado será bloqueado.

Quanto ao certificado A3, sua segurança é ainda maior. A senha é gerada em um dispositivo específico, podendo ser ele um TOKEN ou um SMARTCARD. Ambos, também, possuem senha. A diferença é que, por se tratar de um dispositivo móvel, seu certificado digital pode ser levado para qualquer lugar.

O certificado digital é vinculado à própria carteira profissional. O profissional tem, apenas, que escolher a qual unidade certificadora deseja se vincular.

O microchip também carrega um programa para criptografar todos os dados pessoais disponibilizados do profissional em questão. É mais uma garantia de conexões mais seguras com os servidores do Sistema Confea/Crea e Mútua.

Agilidade


Microchip PKI

Com o certificado digital em sua carteira de identidade, o profissional poderá realizar procedimentos online, de uma forma segura e rápida, como apenas um certificado digital pode proporcionar.

QR Code

O código de barras bidimensional permite a transposição do cadastro profissional para placas e outros suportes, além da leitura de dados por smartphones.

Logística

Os próprios Creas poderão imprimir a carteira, representando ganho de tempo e de recursos para os profissionais.

Outras Vantagens


O QR CODE permite que cada profissional possua seu espaço no site do Sistema Confea/Crea e Mútua. Esse espaço pode ser utilizado para divulgação de portfólios ou outras informações que auxilie o profissional em seu dia a dia. Curiosos e visitantes também podem ter acesso a uma determinada parte do portal e buscar quais profissionais regularizados se encontram disponíveis para atuar em determinada região.

A nova carteira é um documento de identificação pessoal. Não se trata apenas de fornecer um documento com tecnologia que garanta segurança em suas transações: serve, também, para reconhecimento de caráter e autovalorização do profissional. Portanto, passa a ser o principal documento do profissional.

Consultas de lei, artigos e demais informações, atualmente disponibilizadas pelos Creas e Confea, também se encontram no portal, de forma mais acessível.

Produção


A nova carteira de identidade profissional será impressa no próprio regional. Assim, a entrega deste documento ao profissional será mais rápida.

Com as impressoras de retransferência térmica, será possível manter a qualidade e a segurança do documento, assim como a velocidade alta de impressão.

As impressoras de retransferência térmica possuem uma impressão de maior qualidade e durabilidade. As imagens antes de serem passadas para o cartão são transferidas para uma espécie de “fita”.

Esta imagem na fita, então, é transferida novamente ao cartão, junto com a “fita”, por uma fusão entre os dois materiais, o que garante que o conteúdo ficará impresso na carteira por um maior período de tempo.

Mesmo com toda tecnologia, envolvida nesse processo, optamos por uma película protetora que irá, após a impressão, ser aplicada nas novas carteiras profissionais. Garante-se, assim, um maior padrão de segurança para os profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua.

Como cada regional é independente e responsável pela própria administração, ele também poderá adquirir novas impressoras para suprir sua demanda pelas novas carteiras profissionais.

Novo Formato


Dimensões de acordo com a ISO 7810 (85.60 × 53.98 mm)

Material: Policloreto de polivinila (PVC)


Modelo 1 - Carteira de Identidade Profissional
Diplomado no País ou no Exterior
Brasileiro ou Estrangeiro Portador de Visto Permanente

Modelo 1 - Carteira de Identidade Profissional

Modelo 1 - Carteira de Identidade Profissional


Modelo 2 - Carteira de Identidade Profissional Provisória
Diploma em processamento
Brasileiro ou Estrangeiro Portador de Visto Permanente.
Carteira emitida pelo Crea até a entrega do diploma, emitido pela instituição de ensino.

Modelo 2 - Carteira de Identidade Profissional

Modelo 2 - Carteira de Identidade Profissional


Modelo 3 - Carteira de Identidade Profissional Temporária
Diplomado no Exterior
Brasileiro ou Estrangeiro Portador de Visto Temporário, com Contrato de Trabalho Temporário no País.

Modelo 2 - Carteira de Identidade Profissional

Modelo 2 - Carteira de Identidade Profissional

Como obter


Profissional que já possui a Carteira de Identidade Profissional (modelo de papel), não precisará efetuar a troca pelo novo modelo para continuar regular com o Sistema Confea/Crea e Mútua. O modelo antigo ainda continua a viger.

Para adquirir a nova Carteira de Identidade Profissional, entre em contato com o seu Crea de Registro ou de Visto. A emissão da carteira é realizada pelo Crea (Resolução 1.059/2014 - Confea)


CLIQUE AQUI para consultar a atualização dos valores de anuidades, serviços e multas para o exercício 2016. Decisão Plenária Nº 2041/2015 Publicada no DOU de 30 de setembro de 2015, Seção 1 pág. 222.